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Autismo, fé e família: quando acolher também é evangelizar

Por comunicacao

Somos verdadeiramente a luz do mundo. Quando somos luz, conseguimos iluminar a vida de alguém. Vivemos como sal da terra, levando uma transformação para a vida das pessoas.

Uma família que chega à Igreja com uma criança no espectro autista não precisa de julgamentos, mas sim de acolhimento, compreensão e amor. Às vezes, evangelizar não é somente falar sobre Deus, mas fazer com que alguém consiga sentir o verdadeiro amor de Deus.

Precisamos construir uma comunidade onde as famílias se sintam acolhidas, respeitadas e pertencentes. Antes de julgar, devemos enxergar quem aquela pessoa é, sua história e tudo aquilo que ela vive.

Uma simples fala como “Seu filho é bem-vindo aqui” pode fazer uma família se sentir mais próxima da comunidade e perceber que seu filho não precisa deixar de ser quem é para ser acolhido.

O chamado de Mateus nos mostra como Jesus olha primeiro para a pessoa, antes do julgamento que os outros faziam sobre ela.

Talvez seja isso que Jesus também nos ensina: olhar primeiro para a pessoa, antes de olhar para aquilo que é diferente.

E, quando acolhemos, compreendemos e amamos, também estamos sendo sal da terra e luz do mundo.

Por: Vitória Miwa
Professora e Neuropedagoga – PASCOM

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