Encerrar o ano e começar um novo totalmente reconciliado com Deus é possível dentro da Igreja Católica. A Indulgência Plenária proporciona vivência de santidade e crescimento no amor, deixando de lado o pecado que nos afasta do Pai.
A Santa Mãe Igreja concede Indulgência Plenária nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. Para cada um dos dias, nós podemos lucrar indulgência plenária para nós mesmos ou pela alma de algum fiel defunto.
Como obter indulgência plenária no último e no primeiro dia do ano?
No dia 31 de dezembro, último dia do ano civil, a Igreja concede Indulgência Plenária a todas as pessoas que participarem da Santa Missa e rezarem ou cantarem o “Te Deum” em ação de graças, e o dia 1º de janeiro o “Veni Creator”, ambos publicamente.
Para o dia 31/12: Te Deum (A Vós, ó Deus) – confira aqui!
Para o dia 01/01: Veni Creator Spiritus! (Vem, Espírito Criador!) – acesse o link!
De acordo com o Manual das Indulgências, para se ganhar uma indulgência plenária (uma vez por dia apenas), para si mesmo ou para as almas, deve-se fazer ainda:
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– Confessar rejeitando todos os pecados: (a confissão vale para os dois dias);
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– Comunhão eucarística: é necessária uma comunhão para cada indulgência;
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– Rezar nas intenções do Papa Francisco: 1 Pai-nosso e 1 Ave-Maria, e ainda, o fiel pode acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção.
Sobre as indulgências plenárias
Trata-se da remissão de toda pena temporal merecida pelo pecado, de modo que nenhuma outra expiação seja necessária no purgatório. O que quer dizer isso?
Acontece que, no sacramento da confissão, a absolvição recebida elimina a culpa do pecado e a pena eterna que o pecado mortal acarretaria, mas não elimina a pena temporal exigida pela justiça divina: ela permanece e precisa ser satisfeita nesta vida ou no purgatório.
O que a indulgência plenária faz é eliminar a necessidade da pena temporal no purgatório, devolvendo a alma ao estado de pureza do dia do batismo. Dito de outra forma: se um fiel morresse logo após receber a indulgência plenária, iria diretamente para o céu.
A Igreja tem autoridade para oferecer indulgências plenárias porque a recebeu diretamente de Cristo, que declarou ao primeiro Papa, São Pedro, que “tudo o que ligares na terra será ligado no céu”.



